Cultura clubber ensaia um retorno e coletivo Slather Factory vem pra brilhar!

“Eu queria criar o meu próprio mundo, um mundo cheio de cores, no qual todos pudessem se divertir. Uma festa gigantesca que nunca acabasse”, disse certa vez Michael Alig, ícone da noite nova-iorquina e um dos precursores do movimento clubber, que dominou os anos 1990 e trouxe de volta cores, formas e extravagância à vida noturna. Está certo que Alig ficou preso por anos por matar seu traficante, história que foi contada no filme “Party Monster”, com Macaulay Culkin no elenco. Mas seu lado “monster” não muda a história, certo? Pois bem… Mais de 20 anos depois, a cultura clubber engata um retorno, regada por novos DJs e produtores – e mais no mainstream, pelo sucesso de programas como “RuPaul’s Drag Race” e a profusão de drag queens pelo mundo, abrindo portas para as mais diferentes e amáveis formas de arte. Conheça abaixo um pouco da Slather Factory.

Auto-intitulado “um coletivo queer de performances e exposições para celebrar o amor e a liberdade”, Slather Factory tem integrantes de peso no mundo da moda underground de Nova York. Recentemente eles promoveram uma festa no hypado Ace Hotel, em Manhattan. Com performances de Sateen, Bebe Huxley e Neocamp, o evento teve seus momentos clicados pelo fotografo Eric T White. Estética que, por sinal, é uma delícia. Confira!

Compartilhe: