Brigitte Macron concede à “Elle” francesa sua 1ª entrevista após a posse do marido Emmanuel Macron

Chega nesta quinta-feira às bancas da França a nova edição da revista “Elle” francesa que leva na capa Brigitte Macron, mulher de Emmanuel Macron, o atual presidente da França. Na foto, a cover girl usa blazer off-white Dior combinado a t-shirt branca e jeans Saint Laurent, no melhor estilo casual chic.

No recheio, a primeira entrevista já feita com ela, além de editorial de fotos que somam 10 páginas. Entre os looks usados por Brigitte estão jaqueta sob medida Azzedine Alaïa e vestido vermelho criado por Nicolas Ghesquière para a Louis Vuitton. Em uma das fotos, Brigitte parece ao lado do marido.

Edição da Elle com Brigitte Macron na capa || Créditos: Divulgação Elle

Mas a melhor parte vem no bate-papo, quando Brigitte cita sua admiração por Ghesquière e Karl Lagerfeld, quem ela considera seus amigos, e também lista entre seus estilistas favoritos Olivier Rousteing, da Balmain, Alexandre Vauthier e Alaïa, e revela o motivo que a fez parar de usar vestidos e saias com comprimento mini.

“Eu uso comprimento acima do joelho – não minis… embora adorasse usar comprimento mini quando eu era jovem”, disse ela à publicação. O momento em que “aposentou” o comprimento? “Usei mini por muito tempo – até que minha avó me flagrou um dia e exclamou: ‘meu Deus, você parece uma avó cafona.’ Nunca mais!”, contou a sra. Macron, ex-professora de francês e que se auto-proclama feminista.

Sobre a importância que dá à forma como se veste, falou: “Sempre dei importância na forma como me apresento, apenas pergunte aos meus filhos ou alunos”, ela acrescenta. “Nunca sai de casa antes de escolher uma roupa e fazer meu cabelo”, completou. “Os resultados podem variar, mas não o contrário.”

Brigitte e Emmanuel Macron

Ainda segundo reportou o portal “WWD”, ela também abordou a polêmica em torno da decisão do governo em não oficializá-la como primeira-dama depois de petição online que atraiu mais de 300 mil assinaturas contra o posto. “Sempre que ouço isso”, disse ela, referindo-se ao termo primeira-dama, “me inclino para olhar atrás dos meus ombros e dizer, ‘desculpe, a quem você está se dirigindo? Para mim, eu não sou nem a primeira e nem a última dama! Sou simplesmente Brigitte Macron”. Precisa mais?

Em tempo: em vez de criar um cargo oficial para a mulher do presidente, o governo redigirá carta de transparência que vai especificar missões e recursos designados a ela.

E o hype de Brigitte vai além. Uma camiseta com seu nome lançada pela rede sueca de fast fashion H&M em junho, que teve suas vendas previstas para durar apenas uma semana, foi estendida até o fim de agosto. Vencedora!

T-shirt em homenagem a Brigitte Macron criada pela H&M || Créditos: Divulgação

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