O Dia da Mulher devidamente representado com as cantoras brasileiras da nova geração. Play!

Bora comemorar o Dia da Mulher ouvindo música? Na nossa playlist, só minas sensacionais, brasileiras e que têm alma feminista. Play!

Yzalú é cantora, rapper, compositora e violonista que nasceu da Grande São Paulo. Ela tem 13 anos de carreira e aposta na união da linguagem do rap com o violão. Seu primeiro álbum, “Minha Bossa é Treta”, uniu rap, MPB, samba jazz e afrobeat, fora suas letras de transformação social.

A baiana Xenia França escolheu São Paulo para morar há muitos anos e começou na carreira em 2007 quando cantava no extinto grupo Capadoxe. Também integrou a banda Aláfia e desde sempre resgata e propaga a cultura afro-brasileira e o empoderamento feminino.

Preta-Rara é rapper, turbanista, digital influencer e modelo plus size, mas ataca melhor como cantora que fala das questões das mulheres que vivem na periferia. Iniciou sua carreira em 2006 no extinto grupo de rap Tarja-Preta. Em carreira solo, segue voando mais a mais alto.

Letrux, ou Leticia Novaes, é carioca e fez um disco maravilhoso pela gravadora Joia Moderna de Zé Pedro. Formada em teatro, colocou no disco toda sua raiva, bom humor, ironia e rock no que parece ser o fim de um relacionamento. Confira entrevista que fizemos com ela.

Ava Rocha é carioca, cantora, compositora e cineasta. Além de carregar no sangue o DNA do pai Glauber Riocha, tem calibre para produzir sons que estão carregando fãs pelo Brasil, principalmente por ter uma pegada tropicalista dos novos tempos.

Karol Conka começou a rimar no colégio. Depois de algumas parcerias, encontrou no produtor Nave (Emicida, Kamau, Marcelo D2, entre outros) o som que casou perfeitamente com a sua proposta de fazer um rap com sonoridade universal, aliando batidas pesadas a timbres orgânicos.

Aíla vem do Pará e representa a nova e talentosa safra de artistas do estado. Tem um timbre marcante e visual punk tropical. Em 2016, Aíla lançou “Em Cada Verso Um Contra-Ataque”, álbum com pegada ativista lançado pelo Natura Musical. “Lesbigay” você conhece, né?

O Rap Plus Size é formado por Issa Paz e Sara Donato. Um disco entre as duas em formato de collab deu vida ao projeto que tem força punk com pegada rap. As letras podem ser bem agressivas, tá? Casa de Criadores já entrevistou a dupla, só clicar aqui.

Ela é formada em Teatro e é cearense: Soledad compõe e interpreta sons meio psicodélicos com letras feministas. Mas vai além, com canções que falam de questões amorosas, daquelas que a gente super se identifica. Meio rock, meio samba, meio MPB.

De olho no Melanina MCs, grupo formado em 2012 na cidade de Vitória (ES) pelas MCs Afari, Geeh, Lola e Mary Jane. Feministas, claro. Elas já têm o EP “Tesouro Escondido” (2016) e o disco de estreia, “Sistema Feminino”. Delicinha.

Cantora, compositora e instrumentista paulista, Papisa é Rita Oliva, que aposta em um show que mistura música e experiências sensoriais. Viajandão, feminista e de vanguarda, o projeto merece todo nosso tempo.

Lá da Cidade Baixa, em Salvador, temos a cantora Illy, de 29 anos, nova aposta da MPB. “Voo Longe” é seu álbum de estreia, no qual interpreta “Afrouxa”, música inédita de Arnaldo Antunes. Ela é tipo chegada de alguns dos grandes artistas da MPB, que ajudam a abrir portas.

Luisa Maita é tipo danada: participou da trilha sonora do filme Boyhood (2014) e foi descoberta pelo selo americano Cumbamcha, que lançou seu segundo disco, “Fio da Memória (2016)”. Meio eletrônica, com alma de sambista, só podia dar nisso.

Compartilhe: