Altamente viciante, os motivos pelos quais é impossível escapar do fluxo de Game of Thrones

O mundo está dividido não só na política, mas também no que diz respeito a quem viu e quem não viu “Game of Thrones”, série que conta a história dos sete reinos de Westeros no qual vivem heróis, vilões, lobos, zumbis e dragões. Acredita-se que a HBO investiu cerca de US$ 650 milhões para levar para as telas sua versão dos livros “As Crônicas de Gelo e Fogo”, escrita por George Martin. E jogue esse valor bem por baixo…

Foram 10 anos para produzir as oito temporadas de “Game of Thrones”, arrecadando até 2017, de acordo com o “Financial Times”, US$ 6,3 bilhões. Sua última temporada gastou em tono de US$ 15 milhões por episódio. Fora a pirataria toda… Casa de Criadores pediu para alguns fãs comentarem os motivos pelos quais GOT é tão poderoso, mas antes reunimos curiosidades desta série que só se iguala pelo hype ao clássico “Lost”.

Sobre as cenas de sexo, que são muitas, o autor do romance se justifica dizendo que…”Eu posso descrever um machado entrando em um crânio humano em grande detalhe explícito e ninguém vai piscar duas vezes para ele. Eu fornecer uma descrição semelhante, tal como detalhado, de um pênis entrando em uma vagina, aí e eu recebo cartas. Para minha mente isso é meio frustrante, é loucura. Em última análise, na história do mundo, pênis entrando em vaginas dão muito prazer a um monte de gente; machados que entram na cabeça de gente, bem, nem tanto.”

A série precisou de tantas cenas de sexo que recorreu a alguns atores pornô pra dar vida às cenas. Para a quarta temporada, por exemplo, os produtores elegeram estrelas do cinema adulto como Jessica Jenson e Samantha Bentley, vencedora do prêmio Auldt Videio News, para dar veracidade às cenas. Elas interpretam prostitutas. A atriz Aeryn Walker, uma das esposas de Craster, e Sibel Kekilli também são do pornô.

Sexposition, já ouviu falar? Significa revelar pontos importantes de uma trama enquanto sexo gratuito rola em cena. Surgiu com GOT.

Mortes: nossa, são muitas por episódio e só na quarta temporada a imprensa americana contabilizou 169. haja figurante e ketchup.

Arya, vivida por Maisie Williams, sai da série como uma das maiores revelações. Já a viu no filme “Then Came You”? No longa de adolescentes (envolvendo os temas câncer + superação + amizade + descoberta da vida + humor) ela mostra que é uma super atriz ao lado das também revelações Asa Butterfield (ator gatinho e talentoso) e Nina Dobrev (uma espécie de nova Cameron Diaz).

E pra terminar o tema curiosidades, o piloto original da série nunca foi ao ar. Será que um dia vai?

OS FÃS APROVARAM
Girl Power – Segundo a estilista Livia Barros, o que faz de GOT um sucesso é que “as mulheres estão no comando”.

Ser ou não ser? – Já o jornalista Mario Mendes, que é fã de cinema e das séries, soltou essa sobre GOT: “Um bom sarapatel das ‘Mil e Uma Noites’, as lendas do Rei Arthur e, claro, Shakespeare.”

Onde os fracos não têm vez – Daniela Siqueira, que foi dona do icônico Bar Gourmet nos Jardins, que ficou famoso entre outras coisas por ser todo decorado com cartazes de filmes, alfineta sobre nosso pedido de três motivos pra gostar de GOT: “Só três? O figurino, as locações e o fato que todo mundo ali é mau!”

A revanche – O videomaker Danillo Veloso foi mais técnico sobre os motivos do sucesso: “O crescimento da Netflix e o fato de que a HBO precisava dar o troco com um produto de alto nível, o anão e o fato de ser a melhor produção e diretores de fotografia. Foda!”

Vem pra rua – O professor de artes Paulo Petrella associa o boom pelas “melhores cenas de guerras da vida! Os justos só se fodem! Arya Stark é o personagem mais legal já escrito que vi ou li! E tem um casal romântico bosta estilo novela das seis…”

 

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