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Novo Expressão de Moda

quinta-feira, dezembro 10th, 2009
Novo Expressão de Moda
Durante a 26ª Casa de Criadores rolou pela primeira vez, o Ciclo de Palestras Lições da Casa. Foram três dias de debates e palestras, com profissionais de todos os “departamentos” da moda.  Nós fizemos a cobertura de algumas das palestras e, se você perdeu, dá para conferir aqui. Esta nova iniciativa da Casa de Criadores foi elaborada junto com Cacá e a Teca, do Novo Expressão de Moda. O núcleo das meninas tem como objetivo apresentar o lado artístico da moda. O Novo vem realizando eventos onde o expectador é convidado a admirar o vestuário diferentemente de uma apresentação na passarela. Para conhecer um pouco do Novo, e saber como foi realizada com a parceria da Casa, batemos um papo com a Cacá e a Teca, confira a seguir:
Casa: Contem um pouquinho sobre o Novo Expressão de Moda.
Novo: O principal conceito do projeto NOVO sugere apresentar o “objeto de moda” no contexto de uma galeria de arte. As obras expostas (peças de roupas, acessórios, fotografias, vídeos e ilustrações de moda) fazem parte de trabalhos realizados com uma finalidade não comercial. O NOVO acredita que assim, a verdade e pureza dos conceitos exibidos são uma forma de trabalhar a moda não só como produto, mas também como obra de arte.
Desta forma o evento incentiva e potencializa novos profissionais gerando visibilidade, oportunidades e contatos na área. Tudo de acordo com a habilidade de cada um, trazendo a tona o que se cria de novo.
O evento explora este conceito na própria cenografia, as obras expostas são reinterpretadas pela curadoria, criando uma releitura do “objeto de moda”. Com esta ação, é incentivada a reflexão sobre a moda contemporânea e principalmente sobre a relação moda/arte. Este projeto nasce da iniciativa de jovens criadores, que acreditam poder fazer parte da discussão e da renovação da identidade de moda do próprio país, sugerindo um formato que agrega valor às criações e abre espaço não só para novos talentos, mas também para outras formas de interpretação da moda.
Casa: Como surgiu a parceria com a Casa de Criadores?
Novo: A parceria surgiu depois que realizamos a primeira edição do NOVO, nela tivemos um circuito de palestras e debates muito legal, e com nomes de profissionais consagrados. O André se interessou pelo projeto e nos chamou para assinar a curadoria da primeira edição do “Lições da Casa”. Para nós foi muito interessante criar essa parceria, sempre acompanhamos a Casa, então foi um grande prazer.
Casa: Qual foi o critério para escolher as palestras e debates?
Novo: O perfil do NOVO é ir atrás dos assuntos polêmicos da moda. Através da nossa curadoria e proposta de temas, surge a oportunidade de debater questões que incentivam uma reflexão em relação à moda contemporânea e suas particularidades.  Como o circuito é destinado a estudantes de moda, criamos também a oportunidade de dar voz a eles, além de alimentar e aquecer a cultura de moda.
Casa: E o saldo final, o que vocês acharam da primeira edição do ciclo de palestras?
Novo: Achamos muito bom. Recebemos uma resposta muito positiva do público que participou, e principalmente dos profissionais convidados. Acreditamos que esse circuito de palestras em parceria com a Casa de Criadores foi uma bela iniciativa de questionamento do próprio sistema da moda.
Percebemos que os estudantes e futuros profissionais da área sentem uma forte necessidade em colher informação e participar de palestras e debates.  Esperamos criar muitos circuitos que possam “ajudar” as pessoas – que de alguma forma fazem parte do mercado da moda brasileira – a entendê-lo e questioná-lo sempre.

novoDurante a 26ª Casa de Criadores rolou pela primeira vez o ciclo de palestras Lições da Casa. Foram três dias de debates e palestras, com profissionais de todos os “departamentos” da moda.  Nós fizemos a cobertura de algumas das palestras e, se você perdeu, dá para conferir aqui. Esta nova iniciativa da Casa de Criadores foi elaborada junto com Cacá e a Teca, do Novo Expressão de Moda. O núcleo das meninas tem como objetivo apresentar o lado artístico da moda. O Novo vem realizando eventos onde o expectador é convidado a admirar o vestuário com um olhar diferente  do usado nas apresentações  de passarela. Para conhecer um pouco do Novo, e saber como foi realizada a parceria com a  Casa, batemos um papo com a Cacá e a Teca, confira a seguir:

Casa: Contem um pouquinho sobre o Novo Expressão de Moda.

Novo: O principal conceito do projeto NOVO sugere apresentar o “objeto de moda” no contexto de uma galeria de arte. As obras expostas (peças de roupas, acessórios, fotografias, vídeos e ilustrações de moda) fazem parte de trabalhos realizados com uma finalidade não comercial. O NOVO acredita que assim, a verdade e pureza dos conceitos exibidos são uma forma de trabalhar a moda não só como produto, mas também como obra de arte.

Desta forma o evento incentiva e potencializa novos profissionais gerando visibilidade, oportunidades e contatos na área. Tudo de acordo com a habilidade de cada um, trazendo a tona o que se cria de novo.
O evento explora este conceito na própria cenografia, as obras expostas são reinterpretadas pela curadoria, criando uma releitura do “objeto de moda”. Com esta ação, é incentivada a reflexão sobre a moda contemporânea e principalmente sobre a relação moda/arte. Este projeto nasce da iniciativa de jovens criadores, que acreditam poder fazer parte da discussão e da renovação da identidade de moda do próprio país, sugerindo um formato que agrega valor às criações e abre espaço não só para novos talentos, mas também para outras formas de interpretação da moda.

Casa: Como surgiu a parceria com a Casa de Criadores?

Novo: A parceria surgiu depois que realizamos a primeira edição do NOVO, nela tivemos um circuito de palestras e debates muito legal, e com nomes de profissionais consagrados. O André se interessou pelo projeto e nos chamou para assinar a curadoria da primeira edição do “Lições da Casa”. Para nós foi muito interessante criar essa parceria, sempre acompanhamos a Casa, então foi um grande prazer.

Casa: Qual foi o critério para escolher as palestras e debates?

Novo: O perfil do NOVO é ir atrás dos assuntos polêmicos da moda. Através da nossa curadoria e proposta de temas, surge a oportunidade de debater questões que incentivam uma reflexão em relação à moda contemporânea e suas particularidades.  Como o circuito é destinado a estudantes de moda, criamos também a oportunidade de dar voz a eles, além de alimentar e aquecer a cultura de moda.

Casa: E o saldo final, o que vocês acharam da primeira edição do ciclo de palestras?

Novo: Achamos muito bom. Recebemos uma resposta muito positiva do público que participou, e principalmente dos profissionais convidados. Acreditamos que esse circuito de palestras em parceria com a Casa de Criadores foi uma bela iniciativa de questionamento do próprio sistema da moda. Percebemos que os estudantes e futuros profissionais da área sentem uma forte necessidade em colher informação e participar de palestras e debates.  Esperamos criar muitos circuitos que possam “ajudar” as pessoas – que de alguma forma fazem parte do mercado da moda brasileira – a entendê-lo e questioná-lo sempre.

Para saber mais sobre o Novo Expressão de Moda acesse: novodonovo.wordpress.com

Debate: Do casebre ao casarão

sexta-feira, novembro 27th, 2009

Para fechar o último dia de palestras, uma conversa liderada por André Hidalgo, idealizador da Casa de Criadores, com Elisa Stecca, Isadora Krieger, Lorenzo Merlino e Jun Nakao. O objetivo era traçar o caminho percorrido, em 12 anos, pela Casa de Criadores. André começou o debate contando como o projeto começou. Há 12 anos um grupo de estilistas se reuniu, na loja da Elisa Stecca, e resolveu montar a Semana de Moda, que posteriormente teria seu nome alterado para Casa de Criadores. A ideia, apadrinhada por Paulo Borges, era ser uma semana de desfiles onde estilistas criadores, não necessariamente com cunho comercial, pudessem apresentar seus trabalhos. Ao longo do tempo, alguns nomes permaneceram outros migraram para eventos como o São Paulo Fashion Week e outros deixaram de existir. Mas o evento consolidou-se. Atualmente mantém uma relação estreita com parceiros, patrocinadores e principalmente com seus estilistas.

O grupo, em determinado momento do debate, concluiu que o grande diferencial da Casa é a pessoalidade que ele mantém com o visitante e com os envolvidos na produção. É um cenário de comprometimento e cooperação entre os participantes. Já sobre o papel do evento em divulgar as marcas, todos acreditam ser relativo. Ele traz benefícios para o estilista, mas não alavanca a carreira de alguém, se este não estiver trilhando um caminho coeso. Na comparação inevitável com o São Paulo Fashion Week é unanimidade que a Casa é um espaço para criadores, que não tem como maior preocupação a comercialização do seu produto. Já o SPFW, ao que se propõe, todos concordam, faz muito bem.

Foi discutido também sobre o formato do desfile hoje. Jun Nakao acredita que este deveria ser repensado, formatado para a atual necessidade. Os tempos mudaram e continuamos desfilando como nos anos 1940.  Porém a moda organizada no Brasil ainda é recente, aproximadamente 15 anos, e Lorenzo acredita que muita água ainda tem que rolar. Ainda temos que fundar um conselho de moda e temos que cavar apoios governamentais.

O debate voou, e deixou todos ansiosos para a próxima edição da Casa e do ciclo de palestras!

Obrigada a todos que foram, aos palestrantes, à Pinacoteca e ao pessoal da Novo; que organizou o ciclo em pareceria com a Casa.

Fashion Mob – a mobilização pela Moda

segunda-feira, novembro 23rd, 2009
Depois deste final de semana uma coisa é certa: São Pedro é fã de moda! Afinal o domingo amanheceu cinza e até chegou a despejar algumas gotas, mas na hora do Fashion Mob o santo deu uma trégua, o chuvisco cessou e até um sol apareceu. Aí o show ficou por conta dos amantes de moda e da discotecagem de Jackson Araújo.
A concentração do que foi uma caminhada até a Luz e um concurso, rolou no Largo do Arouche. E quem passou por lá pôde conferir o mix de estilos e propostas das 54 equipes participantes. Eram estilistas acompanhados de modelos vestindo suas criações, blogueiros manifestantes e até um divertido bloco de anãs que anunciavam o nome da marca: “A moda está em baixa”. Às 15h00min em ponto começou a passeata. O carro de som da Red Bull, com o apoio da Polícia Militar, guiou a multidão fashionista pela Av. Duque de Caxias até chegar ao Parque da Luz. Durante o percurso, que teve como trilha sonora só o fino da música brasileira, as coisas mais absurdas aconteceram: como o aparecimento repentino de um time de futebol americano, homens que assoviavam para as modelos e até o apoio dos moradores de rua ao mob.

foto por Gustavo Scatena/ Ag Fotosite

Depois deste final de semana uma coisa é certa: São Pedro é fã de moda! Afinal o domingo amanheceu cinza e até chegou a despejar algumas gotas, mas na hora do Fashion Mob o santo deu uma trégua, o chuvisco cessou e até um sol apareceu. Aí o show ficou por conta dos amantes de moda e da discotecagem de Jackson Araújo.

A concentração do que foi uma caminhada até a Luz e um concurso, rolou no Largo do Arouche. E quem passou por lá pôde conferir o mix de estilos e propostas das 54 equipes participantes.  Eram estilistas acompanhados de modelos vestindo suas criações, blogueiros manifestantes e até um divertido bloco de anãs que anunciavam o nome da marca: “A moda está em baixa”. Às 15h00min em ponto começou a passeata. O carro de som da Red Bull, com o apoio da Polícia Militar, guiou a multidão fashionista pela Av. Duque de Caxias até chegar ao Parque da Luz. Durante o percurso, que teve como trilha sonora só o fino da música brasileira, as coisas mais absurdas aconteceram: como o aparecimento repentino de um time de futebol americano, homens que assoviavam para as modelos e até o apoio dos moradores de rua ao mob.

Quando chegamos ao parque uma comissão de jurados aguardava os participantes para avaliar a proposta de cada um. Faziam parte dessa comissão nomes como: Lilian Pacce, Jorge Wakabara, Dudu Bertholini, Mario Queiroz e Fabia Bercsek. Depois de conferirem as criações de todos os participantes, o júri chegou a um veredicto e deu o prêmio máximo para Luiz Leite. A coleção de moda masculina de Luiz chamava-se “Adeus São Paulo” e “Foi um trabalho autobiográfico” conforme nos contou. Eram dez looks que tinham como bases malhas, sarjas, tricot e jeans – todos orgânicos, com aspecto lavado, em tons neutros e caimentos invejáveis. O estilista trabalha na marca Éden, e hoje produz uma linha autoral para a empresa. Ao ser perguntado sobre suas marcas preferidas não titubeou e anunciou: “Lanvin, Kenzo e Burberry”. Realmente a coleção de Luiz respirava o mesmo ar dessas grifes.
Ao final do concurso todos foram convidados à assistir o desfile das Gêmeas que aconteceria dentro do parque às 17:00.Depois deste final de semana uma coisa é certa: São Pedro é fã de moda! Afinal o domingo amanheceu cinza e até chegou a despejar algumas gotas, mas na hora do Fashion Mob o santo deu uma trégua, o chuvisco cessou e até um sol apareceu. Aí o show ficou por conta dos amantes de moda e da discotecagem de Jackson Araújo.A concentração do que foi uma caminhada até a Luz e um concurso, rolou no Largo do Arouche. E quem passou por lá pôde conferir o mix de estilos e propostas das 54 equipes participantes. Eram estilistas acompanhados de modelos vestindo suas criações, blogueiros manifestantes e até um divertido bloco de anãs que anunciavam o nome da marca: “A moda está em baixa”. Às 15h00min em ponto começou a passeata. O carro de som da Red Bull, com o apoio da Polícia Militar, guiou a multidão fashionista pela Av. Duque de Caxias até chegar ao Parque da Luz. Durante o percurso, que teve como trilha sonora só o fino da música brasileira, as coisas mais absurdas aconteceram: como o aparecimento repentino de um time de futebol americano, homens que assoviavam para as modelos e até o apoio dos moradores de rua ao mob.

foto por Gustavo Scatena / Fotosite

Quando chegamos ao parque uma comissão de jurados aguardava os participantes para avaliar a proposta de cada um. Faziam parte dessa comissão nomes como: Lilian Pacce, Jorge Wakabara, Dudu Bertholini, Mario Queiroz e Fabia Bercsek. Depois de conferirem as criações de todos os participantes, o júri chegou a um veredicto e deu o prêmio máximo para Luiz Leite. A coleção de moda masculina de Luiz chamava-se “Adeus São Paulo” e “Foi um trabalho autobiográfico” conforme nos contou. Eram dez looks que tinham como bases malhas, sarjas, tricot e jeans – todos orgânicos, com aspecto lavado, em tons neutros e caimentos invejáveis. O estilista trabalha na marca Éden, e hoje produz uma linha autoral para a empresa. Ao ser perguntado sobre suas marcas preferidas não titubeou e anunciou: “Lanvin, Kenzo e Burberry”. Realmente a coleção de Luiz respirava o mesmo ar dessas grifes.

Ao final do concurso todos foram convidados à assistir o desfile das Gêmeas que aconteceu dentro do parque às 17:00. Depois do desfile ainda rolou o Festival de Música Casa de Criadores, com curadoria da Lalai, que levou ao palco as bandas Multiplex, Subburbia, Daniel Peixoto, Alloyha Copacabana e Copacabana Club.

Ciclo de Palestras da 26ª Casa de Criadores “Lições da Casa”

sábado, novembro 21st, 2009

A partir dessa edição, a Casa de Criadores terá uma série de workshops e debates durante a semana do evento. A inscrição é simples, basta enviar um email para licoes@casadecriadores.com.br com nome, telefone e a palestra e/ou debate em que deseja se inscrever.

O ciclo de palestras acontecerá na Pinacoteca do Estado, na Praça da Luz, 2 (fone: 3324-1000). Sugerimos que vá de metrô e desça na Estação da Luz, pois o local não tem estacionamento. A inscrição custa R$ 6 ou R$ 3, se for estudante. Confira a programação:

24 de novembro

14h30 – 15h30
Palestra “Pesquisando o Futuro: novos laboratórios de tendências”, por Sabina Deweik

Sabina representa no Brasil o Future Concept Lab, instituto de pesquisa de tendências de consumo e consultoria estratégica há 20 anos, com sede em Milão, Itália e Brasil. Nessa palestra, apresentará um painel relativo às macro tendências de consumo e seus desdobramentos no mercado da moda bem como o papel de cool-hunting na pesquisa de moda. Com isso, define tendências de consumo e suas aplicações nas áreas de marketing, comunicação e varejo, bem como analisa e explora suas declinações sob uma ótica sócio-cultural.

16h00 – 17h30
Debate “Crítica da Crítica”, por:
Alcino Leite Neto
Carolina Vasone
Lula Rodrigues
Maria Prata
Ricardo Oliveiros
Mediadora: Lilian Pacce

Questionando as funções e o poder da mídia, renomados profissionais da imprensa debatem o jornalismo e a própria crítica de moda do país. Levantam diversas questões: “Como a velocidade dos meios de comunicação e redes sociais interferem na própria informação?” “O que a crítica de moda representa hoje?“ “Como essa é interpretada pelos estilistas e seu público?” “Até que ponto o julgamento de um olhar pode ser determinante para o sucesso ou o fracasso de uma coleção?”

25 de novembro

14h30 – 15h30
Palestra “Crise: material reciclado?”, por Geni Ribeiro

“Eu sabia que teria que jogá-lo fora. Não hoje, não esta noite, mas em breve.” (Bob Dylan)

Uma análise e crítica sobre a moda em relação a crise mundial. Até que ponto o custo da busca por tendências internacionais é válida em nosso país? Os brasileiros, nos momentos de crise financeira, superam a própria criatividade para evoluir e sobreviver? Quando a moda não é “descartável”? Como se responsabilizar pelos próprios feitos?

16h00 – 17h30
Debate “Caos por m2”, por:
Rita Wainer
Thiago Ferraz
Ricardo dos Anjos
Cássia Ávila
Paulo Reis
Mediadora: Mercedes Tristão

Um debate sobre como o backstage ganha vida e faz a magia acontecer a qualquer custo. Como conquistar seu espaço e respeitar o do próximo em poucos metros quadrados e muitos nervos à flor da pele.

26 de novembro

14h30 – 15h30
Palestra “Em cartaz: Comédia da Moda Privada”, por Kathia Castilho

O corpo que veste a roupa como figurino se aproxima cada vez mais de um protótipo de imagem desejada. Os personagens da moda hoje no Brasil se tornam cada vez mais mitificados e imagéticos, tanto para si próprios quanto para seus fãs. Qual a intenção do artista ao entrar em cena? Até que ponto o glamour interfere na percepção e na realidade de uma pessoa?

16h00 – 17h30
Debate “Do Casebre ao Casarão”, por:
Elisa Stecca
Gêmeas
Jum Nakao
Lorenzo Merlino
Mediador: André Hidalgo

Do “carteiro ao email”, do “levantamento de paredes a tinta fresca”, como a Casa era vista a 25 edição atrás e hoje em dia? Quais dificuldade foram superadas, quais permanecem, quais vitórias facilitaram e quais dificultaram? Quais os frutos colhidos para um “filho” que resolve sair de Casa? Uma discussão em família de “crias independentes e recém-nascidas”!